Por Redação em 16/04/2020

As smart cities ou cidades inteligentes estariam mais preparadas para enfrentar a pandemia do Covid-19 ou antever o andamento do vírus para tomar medidas de precaução? Ou ainda para o momento pós-pandemia, no qual é previsto ainda um maior distanciamento social em relação ao cenário pré-pandemia? Segundo artigo publicado no site português Smart Cities, de certa forma, essas cidades tem mais recursos para o combate. O planejamento inteligente dessas cidades pode atuar em três frentes: prevenção, gestão e previsão.

Na prevenção, com a implantação de sistemas digitalizados e tecnologia, a infraestrutura da cidade tem seu funcionamento garantido pela gestão tecnológica. Porém, ainda há um percurso para ser aprimorado com os serviços que demandam deslocamento na cidade, com a necessidade de presença física.

Na atual crise, a redução do risco de contágio passa pelo distanciamento social e também pelos meios de pagamento sem a necessidade de contato direto, como leitores de cartões débito e crédito, sendo ideal não utilizar dinheiro.

Já no caso da gestão dos serviços e infraestrutura inteligentes,  podem servir para reduzir a aglomeração de pessoas, uso dos transportes públicos, com monitoramento em tempo real.

Assim como ocorreu na China e na Coreia do Sul, os cidadãos que estão em quarentena podem ser monitorados pelos telefones celulares para checar, se, de fato, estão cumprindo as regras de isolamento.

Ainda na categoria gestão, poderão ser monitorados os registros das transações com cartões de crédito ou câmeras de segurança dos locais onde a pessoa que foi infectada passou, na tentativa de identificar a movimentação anterior à contaminação.

Cidades inteligentes são mais eficazes com parcerias

Em relação à previsão, que seria a etapa mais complexa, segundo a matéria, a coleta de dados e inteligência artificial permitiria antecipar o movimento da pandemia. No entanto, chegar a este elevado nível de previsibilidade depende da liberação de dados oficiais em tempo real, que conte com a colaboração das entidades públicas e privadas para disponibilizar as informações.

Outra condição para antecipar o movimento da pandemia seria por meio de iniciativas conjuntas, que contam com a colaboração de profissionais e empresas que estão empenhadas na luta contra o vírus, como é o caso de algumas startups. Outro exemplo, foi a criação “coronavirus tracking map”, produzido pela Universidade Johns Hopkins, que permite a visualização da pandemia mundial em tempo real, o que contribui para os países agirem contra o vírus com medidas de prevenção.

Cidade inteligentes

Trabalhando junto com a população, gestores públicos, parceiros técnicos e financeiros, a ENGIE oferece ferramentas e serviços que transformam as cidades, tornando-as mais sustentáveis, atrativas e resilientes. Desse modo, a empresa atua em conjunto para conquistar o bem-estar e segurança da população, economizar energia e preservar o patrimônio ambiental, cultural e histórico dos municípios por meio de soluções inovadoras e eficazes para a construção de “smart cities”.

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