Por Redação em 10/03/2021

O Conjunto Eólico Campo Largo 2, construído pela ENGIE nos municípios de Umburanas e Sento Sé, na Bahia, recebeu em fevereiro a autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para início da operação comercial de seu primeiro parque eólico. A implantação do Conjunto foi viabilizada através de mais de 100 contratos firmados com consumidores livres de energia. 

Com investimento de R$ 1,6 bilhão, Campo Largo 2 é formado por 86 aerogeradores e possui capacidade total instalada de 361,2 MW. Esse montante, quando operando a plena carga, fará com que a ENGIE totalize 1.262,8 MW de capacidade instalada em energia eólica, fonte limpa e renovável – que hoje já corresponde a cerca de 90% do total da capacidade instalada da empresa no Brasil.  

Para o diretor-presidente da ENGIE Brasil Energia, Eduardo Sattamini, Campo Largo 2 representa a consolidação da empresa em geração eólica. “Ultrapassamos 1GW em capacidade instalada, o que reforça a vocação do Brasil para a energia limpa e renovável e para uma economia neutra em carbono. Além disso, disponibilizamos mais energia aos consumidores livres que podem realizar uma contratação de carga sob medida e obter uma redução significativa nos custos com energia elétrica, otimizando o crescimento de seu negócio.”, destaca.  

Campo Largo 2 é apenas um dos diversos projetos para geração de energia renovável, como eólica e fotovoltaica, impulsionados pelo Mercado Livre de Energia no Brasil. Contratos de fornecimento para consumidores livres também viabilizaram o início da implantação, pela ENGIE, do Conjunto Eólico Santo Agostinho, localizado nos municípios de Lajes e Pedro Avelino, a 120 km de Natal, no Rio Grande do Norte. As obras civis devem ser iniciadas em junho de 2021 e o investimento previsto é da ordem de R$ 2,2 bilhões.  

Investimento em projetos sociais 

Além de incentivarem a geração de energia renovável no Brasil, os consumidores livres da ENGIE contribuem para o desenvolvimento socioeconômico de comunidades em diferentes regiões do país. Isso porque tanto na implantação quanto na operação dos empreendimentos, a empresa desenvolve uma série de programas de responsabilidade socioambiental.  

No caso de Campo Largo 2, o foco dos investimentos foram comunidades dos municípios baianos de Umburanas e Sento Sé. Com aporte adicional de R$ 2 milhões, as iniciativas da ENGIE buscam estimular a inserção social e melhorar a qualidade de vida das comunidades por meio do acesso à cultura, à educação, à saúde e ao esporte, entre outras. Ao todo, a ENGIE já investiu R$ 17,1 milhões em projetos sociais durante a implantação de seus três conjuntos eólicos na região: Campo Largo 1, Umburanas e Campo Largo 2. 

As ações em execução neste momento incluem a construção de sede comunitária da Comunidade de Campo Largo, a implantação de praça e quadra esportiva na Comunidade de Rodoleiro e também de um ateliê de costura, além de mais uma horta comunitária e de um Centro de Empoderamento Digital para a realização de cursos, idealizado para proporcionar oportunidades de aprendizado, empreendedorismo, geração de renda e cidadania para a comunidade local. 

Sattamini complementa que os projetos sociais são muito importantes porque possibilitam mudanças e melhorias diretas na realidade das pessoas. “O investimento nos locais onde estamos presentes é um reconhecimento ao bom relacionamento que mantemos com os municípios e suas comunidades. Nossos stakeholders são parte fundamental do sucesso dos nossos empreendimentos”, finaliza. 

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