Por Redação em 05/01/2021

Entre os diversos movimentos vivenciados em 2020, em decorrência do choque socioeconômico causado pela pandemia de Covid-19, um dos destaques no meio corporativo tem sido a busca por “ESG”. A sigla, que vem dos termos em inglês Environmental, Social and Governance – traduzidos como ambiental, social e governança, respectivamente – se refere, especialmente, à forma adotada pelas empresas para conduzir os negócios, considerando aspectos que ultrapassam a performance financeira.

Entendidas como sinônimo de sustentabilidade, as práticas ESG agora atraem a atenção não apenas do mercado consumidor, cada vez mais exigente quanto à postura responsável das empresas, mas também de investidores, que as associam à gestão de riscos e oportunidades dos negócios. Entre os principais riscos relacionados ao pilar ambiental estão as mudanças climáticas e seus impactos. Na versão mais recente de sua tradicional carta ao mercado, o CEO da BlackRock – maior gestora de fundos de investimentos do mundo –, Larry Fink, destacou a urgência da transição energética

nesse contexto. “Os governos e o setor privado devem trabalhar juntos para fazer uma transição justa e equitativa – não podemos deixar partes da sociedade, ou países inteiros em mercados em desenvolvimento, para trás enquanto caminhamos em direção a um mundo de baixa emissão de carbono”, escreveu.

Mudança relevante

A principal forma de contribuir para a transição energética – e, assim, fortalecer os pilares ESG que sustentam o negócio – está na escolha de fontes renováveis de energia para suprir as operações. Isso porque a energia gerada por usinas hidrelétricas, eólicas, fotovoltaicas ou a biomassa, por exemplo, contribui para evitar a emissão de CO2, reduzindo o impacto sobre o clima do planeta. Um caminho para as empresas investirem em energia renovável é ingressar no Mercado Livre de Energia, um ambiente de negociação onde consumidoras compram diretamente de geradoras ou comercializadoras. Esse modelo traz vantagens para ambas as partes, mas especialmente para os compradores, que podem contratar energia elétrica diretamente, com amplo poder de escolha, maior competitividade, flexibilidade na negociação e economia. Para saber mais sobre vantagens do Mercado Livre de Energia, clique aqui.

Maior empresa privada de energia do Brasil, a ENGIE tem mais de 90% de seu parque gerador com base em fontes de energia renovável, em um mix de usinas hidrelétricas, eólicas, fotovoltaicas e a biomassa, distribuídas em diferentes regiões do país. Assim, desenvolve suas atividades em torno de um modelo baseado no crescimento sustentável, a fim de acelerar a transição para uma economia de baixo carbono.