Por Redação em 12/10/2020

A comuna parisiense de Stains ganhou um novo centro de pesquisa. O local foi escolhido pela ENGIE para ser a nova sede de seu centro de pesquisa e desenvolvimento (P&D) em transição energética e gás verde.

O CRINGEN Lab tem 200 pesquisadores de 11 nacionalidades diferentes. Este time multinacional e multidisciplinar desenvolve projetos operacionais e industriais “para ampliar a expertise em tecnologias de baixo carbono e para ajudar os projetos a atingirem a maturidade”, explicou a ENGIE em comunicado.

Os trabalhos se estruturam ao redor de três pilares. O primeiro são fontes com baixo carbono, em especial os chamados gases verdes, como hidrogênio e biogás. O segundo, diz respeito à inteligência e eficiência no consumo de energia em cidades, prédios e indústrias 4.0. Por fim, há estudos sobre novas tecnologias para a transição energética. Entre estas estão, por exemplo, inteligência artificial, robôs e drones.

Rede de P&D dá apoio ao trabalho

Mas os 200 pesquisadores não estão sozinhos. Para ajudar no avanço dos projetos, a equipe conta com o apoio de uma rede de P&D que inclui start-ups, universidades europeias e fábricas. Além disso, as áreas de teste são “únicas na Europa”, conforme a nota.

Em declaração conjunta, Jean-Pierre Clamadieu, presidente do conselho da ENGIE, e Claire Waysand, CEO interina da empresa, ressaltaram a importância da pesquisa e desenvolvimento.

ENGIE investe € 189 milhões em pesquisa e desenvolvimento em 2049

“Em um mundo no qual mudanças industriais são extremamente rápidas, P&D é essencial para manter nossa competitividade”, disseram. E acrescentaram: “Estamos convencidos de que a aceleração da transição para uma economia neutra em carbono está baseada em uma política ambiciosa de Pesquisa e Desenvolvimento”.

A importância do P&D para a ENGIE não fica só no discurso. Em 2019, por exemplo, a empresa investiu € 189 milhões na área. Além disso, a ENGIE tem oito centros de P&D em sete países, e já registrou 400 patentes.