Por Redação em 08/03/2021

A partir desta segunda-feira (8/3), Dia Internacional das Mulheres, a ENGIE intensifica uma programação especial que vai durar todo esse mês. As ações de comunicação visam mostrar ao público o trabalho de diversidade de gênero que vem sendo feito internamente e que ganhou força ao longo de 2020. Alcançar a paridade de gênero até 2030 (Projeto 50/50) é, inclusive, um dos objetivos não financeiros da ENGIE a nível global.

As ações ocorrem por meio de diversos canais. A companhia programou inserções publicitárias na TV paga durante todo o mês, bem como anúncios em revistas físicas e digitais (Marie Claire e Época Negócios) e uma veiculação em jornal impresso (Valor e O Globo) nesta segunda-feira (8/3).

As redes sociais também estarão focadas na temática da diversidade de gênero, trazendo matérias do Além da Energia, posts interativos e números da ENGIE nesse contexto. Um dos destaques em relação a esses dados são os números do Brasil sobre violência contra a mulher. A hashtag #ChooseToChallenge identifica a campanha.

Além desses, diversidade de gênero também foi o tema de destaque da newsletter enviada no dia 2/3 e será tema do episódio podcast/videocast desta semana, que conta com um rico debate entre a diretora de Pessoas e Cultura da ENGIE Brasil, Simone Barbieri, da diretora global de Talentos da ENGIE e Líder do Projeto 50/50 do Grupo, Renata Spada e do  CEO da Mappit e um dos fundadores da Aliança pelo Empoderamento das Mulheres, Rodrigo Vianna.

“Ficamos muito felizes em fazer essa campanha, que já queríamos ter feito há mais tempo. Vendo os avanços que fizemos em nossa jornada em busca da diversidade de gênero, ao longo do ano de 2020, nos sentimos confiantes em levar ao público externo essa mensagem, pois tínhamos a segurança que estaríamos sendo coerentes com o que estamos praticando internamente”, destaca o gerente de Comunicação Corporativa da ENGIE Brasil, Leandro Provedel Kunzler.

Adesão à Coalizão Empresarial de Combate à Violência pelo Fim  da Violência contra Mulheres e Meninas

Também nesta semana, a empresa assinará a adesão ao movimento Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas. E já aderiu aos Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEPS) e Movimento Mulher 360 (MM360), igualmente marcos importantes para uma indústria majoritariamente masculina. A divulgação será feita via redes sociais e assessoria de imprensa.

“A adesão à Coalizão é mais um passo da ENGIE na luta pelos direitos das mulheres. Estamos empenhados em liderar uma mudança no setor de energia para promover a equidade de gênero e minimizar os impactos causados pela violência na vida de muitas profissionais. Entre outras iniciativas, assumimos também,  globalmente, o compromisso de aumentar de 24% para 50% o número de mulheres em cargos de liderança até 2030”, destaca Maurício Bähr, CEO da ENGIE Brasil.

“Historicamente dominado por homens, o setor de energia tem registrado crescimento na participação de mulheres, mas a igualdade ainda se mostra distante. Além da contribuição à Agenda 2030 proposta pela ONU, o movimento da ENGIE busca agregar a perspectiva e a contribuição femininas a outro grande desafio global: a transição energética para uma economia de carbono neutro”, ressalta a diretora de Pessoas e Cultura da ENGIE, Simone Barbieri.

Diversidade de gênero é tema recorrente Além da Energia

O Além da Energia já vem trabalhando este tema desde agosto de 2020. Desde então, publicamos 19 matérias com estudos sobre os benefícios da diversidade nas empresas, sobretudo no contexto da transição energética para uma economia de carbono neutro. Incluídas nessas matérias estão entrevistas com 10 mulheres em posições operacionais e de liderança da ENGIE, contando a trajetória delas e seus desafios, sobretudo num ambiente ainda predominantemente masculino, como o de energia.

Ao longo do mês de março, publicaremos novas entrevistas com mulheres de dentro e fora da ENGIE, com histórias de alguma forma ligadas ao setor de energia, por exemplo em projetos patrocinados pela empresa.

“A importância de mostrar mulheres em posição de liderança técnica e executiva na área de energia é a de reforçar que elas podem trabalhar onde quiserem e que a ENGIE é um bom lugar para se desenvolverem e fazerem as suas carreiras, com inúmeras opções nas áreas de Engenharia, Matemática, Inovação, Ciência. Portanto, trabalhar esses perfis é uma forma de mostrar que as mulheres podem fazer sua vida profissional na empresa e contribuírem com a transição energética”, afirma a analista de Comunicação da ENGIE Brasil, Karina Howlett.

De acordo com estudo da Sasakawa Peace Foundation com 11.700 empresas de 102 países, a diversidade de gênero tem impactos direto em questões como inovação e governança climática. Nesse contexto, promover uma maior diversidade não só é um endereçamento das questões mais sensíveis das mulheres, como também ajuda na transição energética. Isso é ir Além da Energia.