Por Redação em 11/02/2021

A ENGIE assinou com a Siemens Gamesa contrato de fornecimento para os aerogeradores da eólica Santo Agostinho. Localizado nos municípios de Lajes e Pedro Avelino, a 120 km de Natal (RN), a eólica prevê investimento de R$ 2,2 bilhões e terá 434 MW de capacidade instalada, espera-se que o projeto gere cerca de mil empregos na região. E a operação comercial vai começar em março de 2023.

Um dos objetivos da ENGIE com essa eólica é elevar a oferta no mercado livre de energia, para onde irá toda a produção do conjunto. Nesta modalidade, o consumidor escolhe de quem comprar a energia e pode negociar diretamente com o fornecedor. Embora ainda haja restrições para a entrada no mercado livre, as exigências para elegibilidade vêm diminuindo.

Eólica reforça compromisso da ENGIE com energia limpa

Apesar dessas restrições, o mercado livre já responde por 30% de todo o consumo de energia do Brasil, conforme dados da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel).

Além disso, o conjunto eólico reforça o compromisso da ENGIE com a energia renovável. Fontes renováveis e com baixas emissões respondem por aproximadamente 90% da capacidade instalada da ENGIE no Brasil.

Desde 2019, a energia eólica é a segunda principal fonte da matriz elétrica do país. De acordo com dados da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), em junho de 2020, o país chegou aos 16 GW de capacidade instalada. Espera-se que este número chegue a 24 GW até 2024.

Eólicas

A ENGIE Brasil tem uma capacidade instalada eólica de aproximadamente 1.000 MW, distribuídos em quatro conjuntos eólicos – Campo Largo, Uburanas, Trairi e Tubarão. Essa capacidade é suficiente para alimentar 1,3 milhão de famílias. Além disso, está construindo o complexo Campo Largo 2, que vai adicionar mais 361,2 MW ao portfólio da empresa no Brasil.

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