Por Redação em 23/06/2021

De acordo com o site Monitor Mercantil, o Mercado Livre de Energia tende a ser um impulsionar das fontes renováveis de geração. Para Daniel Ito, gerente de Monitoramento da Esfera Energia e entrevistado pelo Monitor Mercantil no começo de maio deste ano, o ambiente desregulado favorece o avanço ambiental no Brasil.

O especialista avalia que o consumidor do Mercado Livre tem a possibilidade de escolher qual é o tipo de energia que ele quer comprar. Quando opta por uma matriz mais limpa, está “diminuindo os impactos no meio ambiente, reduzindo a poluição atmosférica para tentar controlar os efeitos do aquecimento global”. A boa notícia é que esse movimento tende a se espalhar, uma vez que o Mercado Livre vem crescendo: saltou de 22% do consumo de energia, em dezembro de 2019, para 32% um ano depois.

A tendência é reforçada pelo Relatório de Sustentabilidade 2020, da ENGIE. O documento mostra que o crescimento deriva, principalmente, do ambiente regulado e do fator econômico comercial, que reduz custos de energia e, ao mesmo tempo, incentiva a compra de fontes renováveis.

Pode-se, inclusive, montar um portfólio de geração somente com energias limpas. O relatório sugere o incentivo para que novos agentes participem do Mercado Livre, incluindo fornecedores e consumidores. As características do ambiente desregulado permitem, entre outros avanços, que as fontes de energia possam ser socioambientalmente rastreáveis.

E-conomiza simplifica migração para reduzir custos

Uma das iniciativas da ENGIE nesse sentido é o E-conomiza, solução para empresas que buscam reduzir os custos de energia por meio da migração simplificada para o ambiente livre.

A oferta é focada em organizações de pequeno e médio porte, que despendem ao menos R$ 40 mil ao mês com energia — podendo somar cargas de diferentes unidades para alcançar esse patamar.

Ao firmarem contrato com a companhia, essas empresas têm o processo de migração facilitado, pois a ENGIE as representa junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).