Por Redação em 28/05/2021

Quem quer economia, tem pressa. A afirmação se aplica às empresas que estão buscando alternativas para reduzir os custos com energia, um dos insumos que mais pesam entre as despesas operacionais de diferentes negócios – em especial dos pequenos e médios, que trabalham com margens mais enxutas.  

Uma das medidas mais eficazes nesse sentido é mudar do Mercado Regulado, atendido pelas distribuidoras – com tarifas pré-determinadas por órgãos reguladores – para o Mercado Livre de Energia, ambiente que permite negociação direta entre o cliente e a geradora ou comercializadora. Assim, a empresa cliente passa a escolher o fornecedor e negociar um preço fixo, evitando as oscilações de tarifas e bandeiras. Há também a opção de o cliente obter um desconto garantido em relação ao preço da distribuidora em vez do preço fixo, obtendo economia sem se preocupar com a volatilidade dos preços de energia. 

A flexibilidade característica ao ambiente livre permite que vendedor e comprador definam o valor a ser pago pela energia com base na quantidade prevista de consumo – o que leva a descontos significativos. Não à toa, o número de empresas que optam pela migração não para de crescer no Brasil. Segundo a Associação Brasileira de Comercializadoras de Energia (Abraceel), o Mercado Livre de Energia já representa cerca de 33% de toda energia elétrica consumida no país.  

Migração para o Mercado Livre de Energia sem complicação 

Apesar das diversas vantagens oferecidas, o Mercado Livre de Energia ainda é desconhecido de grande parte das empresas brasileiras, especialmente das que atuam na área de serviços, comércio ou pequenas indústrias. Além disso, muitas deixam de aproveitar as oportunidades desse ambiente por acreditar que o processo de migração é complexo, burocrático e demorado – o que já não corresponde mais à realidade.  

Para apoiar um número cada vez maior de empresas nessa transição, a ENGIE oferece o E-conomiza, solução que permite ingressar no Mercado Livre de Energia de forma simples e ágil, gerando economia de até 20% nas despesas com o insumo. O foco são empresas de pequeno ou médio porte, com faturas de energia que se aproximam dos R$ 40 mil mensais, somando as cargas consumidas por todas as unidades de negócio

E o melhor: os custos de migração para o Mercado Livre de Energia são baixos ou até mesmo nulos – caso necessário, o investimento geralmente é recuperado em um período que varia de um a quatro meses. Além da redução de despesas, o E-conomiza viabiliza a aquisição de energia renovável, o que agrega sustentabilidade às operações, um diferencial competitivo fundamental.  

Para fazer a migração para o Mercado Livre de Energia, a empresa consumidora precisa atender a alguns requisitos e, necessariamente, comunicar sua decisão à distribuidora à qual está conectada. Ao adquirir o E-conomiza, todo esse processo é conduzido por especialistas da ENGIE.